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Por acreditar já ser capaz de controlar a sua individualidade, começou a apagar as linhas do labirinto que em nome do coletivo, fora desenhado para contê-la, e foi encontrando e juntando pedaços seus, escondidos em cantos cuja existência desconhecia, até tornar-se uno e sentir-se coeso o bastante para remover inclusive o traçado que delimitava o próprio labirinto, experimentando uma integração com o todo, que toda a negação pregressa da sua unicidade jamais havia lhe permitido experimentar.

~ por Sérgio G. Alves em 17/05/2011.

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