388.

Por ser convicto de que a espiritualização lhe daria uma liberdade tão infinita quanto sabia ser o seu espírito, evitava qualquer leitura mais espiritualizada de suas vivências, como se as suas convicções já não sinalizassem uma espiritualidade maior do que julgava lhe ser conveniente.

~ por Sérgio G. Alves em 15/05/2011.

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