518.

•24/11/2011 • Deixe um comentário

Nada lhe fazia menos sentido, do que acordar certo de que cada manhã seria um novo começo, uma vez que nunca dormia acreditando ter terminado alguma coisa.

517.

•20/11/2011 • Deixe um comentário

Com pouco mais de um ano de vida, seus gatos demonstravam já saber tudo sobre amar e serem amados; ao contrário dos humanos que conhecera, que nem com uma vida inteira.

516.

•19/11/2011 • Deixe um comentário

Seguiram certos de que haviam tentado tudo, exceto o que teria dado certo.

515.

•18/11/2011 • Deixe um comentário

Não foi uma daquelas crianças que estragam seus brinquedos, mas enjoava deles com certa facilidade.

514.

•17/11/2011 • Deixe um comentário

Ele era indiscutivelmente uma bela canção; mas o outro, o outro era a música.

513.

•16/11/2011 • Deixe um comentário

Acabei de perceber que voltei ao vazio anterior a você.

512.

•12/11/2011 • Deixe um comentário

Não esperava que as pessoas compreendessem uma história que nem o outro, que era metade dela, conseguia compreender.

511.

•12/11/2011 • Deixe um comentário

Um punhado de roupas e outro de livros, um montão de músicas e outro de idéias, dois gatos e umas poucas vontades.

510.

•11/11/2011 • Deixe um comentário

Todos os dias, entre cinco e seis da tarde, ele tinha vontade de morrer; depois passava.

509.

•04/11/2011 • Deixe um comentário

Avistou cada um dos sinais ao longo do caminho, mas seu repertório limitado fez com que os entendesse como indicadores de que deveria continuar pela via principal, ao invés de sinalizadores dos desvios que o levariam ao seu destino.

 
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