Nada lhe fazia menos sentido, do que acordar certo de que cada manhã seria um novo começo, uma vez que nunca dormia acreditando ter terminado alguma coisa.
517.
•20/11/2011 • Deixe um comentárioCom pouco mais de um ano de vida, seus gatos demonstravam já saber tudo sobre amar e serem amados; ao contrário dos humanos que conhecera, que nem com uma vida inteira.
516.
•19/11/2011 • Deixe um comentárioSeguiram certos de que haviam tentado tudo, exceto o que teria dado certo.
515.
•18/11/2011 • Deixe um comentárioNão foi uma daquelas crianças que estragam seus brinquedos, mas enjoava deles com certa facilidade.
514.
•17/11/2011 • Deixe um comentárioEle era indiscutivelmente uma bela canção; mas o outro, o outro era a música.
512.
•12/11/2011 • Deixe um comentárioNão esperava que as pessoas compreendessem uma história que nem o outro, que era metade dela, conseguia compreender.
511.
•12/11/2011 • Deixe um comentárioUm punhado de roupas e outro de livros, um montão de músicas e outro de idéias, dois gatos e umas poucas vontades.
510.
•11/11/2011 • Deixe um comentárioTodos os dias, entre cinco e seis da tarde, ele tinha vontade de morrer; depois passava.
509.
•04/11/2011 • Deixe um comentárioAvistou cada um dos sinais ao longo do caminho, mas seu repertório limitado fez com que os entendesse como indicadores de que deveria continuar pela via principal, ao invés de sinalizadores dos desvios que o levariam ao seu destino.
